Anita Malfatti era filha de um pai...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Cândido Portinari - Camila 06/7C

Cândido Torquato Portinari, pintor brasileiro que  criou quase cinco mil obras, era filho de imigrantes italianos. O artista nasceu em uma fazenda nas proximidades de Brodowski dia 29 de dezembro de 1903. Ele não completou o ensino primário, mas ao longo da infância desenvolveu seu talento artístico.

Aos 14 anos de idade, Portinari foi recrutado como ajudante por uma trupe de pintores e escultores italianos que atuava na restauração de igrejas quando passaram por Brodowski.

Aos 15 anos, ele resolveu ir para o Rio de Janeiro para estudar na ENBA (Escola Nacional de Belas Artes).

Enquanto estudava na ENBA começou a chamar a atenção dos professores e da imprensa, tanto que aos 20 anos participou de diversas exposições, ganhando elogios em vários jornais.

Viveu em Paris por dois anos onde conheçeu os artistas Van Dongen e Othon Friesz. E, também, conheçeu Maria Martinelli, uma uruguaia de 19 anos com quem Portinari passou o resto de sua vida.

Em 1946, ele voltou ao Brasil renovado, e resolveu pintar murais e afrescos ao invéz da pintura a óleo.

Em 1954, o artista teve uma grande  intoxicação pelo chumbo presente nas tintas que usava. Desobedecendo aos médicos Cândido Portinari continuou a pintar e a viajar para os EUA, Europa e Israel. No começo de 1962 a prefeitura de Milão o convidou para uma grande exposição de 200 telas. Trabalhando muito, o envenenamento de Portinari começa a ser fatal. Assim, faleceu no Rio de Janeiro, dia 6 de fevereiro de 1962 pela intoxicação de tintas.

CÂNDIDO PORTINARI

Floresta, 1948
Óleo sobre tela

Transferencia do Acervo Artistíco do Palácio dos Bandeirantes, 2004

FONTES:
Texto:
Imagens:
Cândido Portinari:
Floresta1:
Floresta2:
Pinacoteca

Tropical - Anita Malfatti

Ao lado da obra de Anita

 informações sobre a a pintura

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nossa História com o fantoche

personagens:
narrador: rei ervilha(um rei sapo chamado ervilha) chiara n9 7c
Jaqueline: luiza n 22
Esquilo: Carolina
Cão; camilia n 6


Vou contar uma história que minha vó contava


Da Jaqueline que era amaudiçoada


ela queria amigos para dançar


foi morar no bosque para não ser encontrada



Foi numa casa amaudiçoada

Encontrou uma bruxa fazendo limonada

soltou o feitiço

e assim começou o seu sumiço



após de muitos anos de decepção

os anos foram em vão

não aguentava mais esta tristeza

estava a beira da magraza



Um esquilo e um cachorro

estavam subindo o morro

Cairão então

na casa da menina sem educação



O celular do cão começa a tocar

E a menina se pois a falar

-ah eu amo essa musica- começou a dançar com brilhos envolta a voar

o esquilo fala-Nao façam ela parar

Então todos começam a dançar

___________________wannabe________________

Fim
imagem do cordel CHIARA N9 7C
Imagem do Cordel: Carolina , nº8 , 7ºC

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Origem do nome "Cordel" - Camila 7C/06

O nome Cordel é originado em Portugal, lá antiguamente os livretos, eram expostos em barbantes, como roupas no varal, e foi trazido ao Brasil com sua colonização.

FONTES

Texto-http://www.lendo.org/o-que-e-literatura-de-cordel-autores-obras/

Imagem-http://blog.farofa.net/up/f/fa/blog.farofafilmes.com/img/ilustra_esq4.gif

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Francisco José Maringelli - Luiza nº22

Francisco José Maringelli nasceu em São Paulo ,SP em 1959 .É gravador ,xilógrafo e professor.
Foi formado em formado em :Artes Plásticas - Escola de Comunicações e Artes/ECAUSP  (1984-1989),Arquitetura - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo/FAUUSP (1979-1984) e Ateliê de Gravura do Museu Lasar Segall (1980-1981).
Transformou sua casa em seu próprio ateliê, e usa sua imagem em obras ■latentes da imagem.
Maringelli ao invés de exibir cenas urbanas prefere curiosas cenas pessoais.Ele também cria trabalhos que lidam com a melancolia e a solidão.


Apresentou seus trabalhos em mais de 55 lugares difentes e manhou mais de 10 prêmios.


Atuou como professor durante 6 anos, logo depois começou seu trabalho em oficinas de xilogravura durante 2 anos e depois voltou a trabalhar como professor novamente.





Veja algumas obras de Francisco Maringelli:








POSTADO POR : LUIZA Nº22








Xilogravura


Xilogravura, um dos aspectos mais importantes do cordel, é um processo muito semelhante a um carimbo, é a técnica de gravura que reproduz a imagem gravada sobre papel ou semelhantes para madeira. A xilogravura é de origem chinesa, conhecida desde o século VI. No século XVIII duas inovações revolucionaram a xilogravura. A chegada à Europa das gravuras japonesas com cores,que influenciaram a arte. e a técnica da “gravura de topo” criada por Thomas Bewick.No final do século XVIII Thomas Bewick teve a idéia de usar uma madeira mais dura como e marcar os desenhos com o buril, que é usado para gravura em metal. Com isso os traços ficavam mais definidos. Dessa maneira Bewick diminuiu os custos de produção de livros ilustrados e já se podiam ter produção em massa de imagens. Mas com a invenção de processos de impressão a partir da fotografia a xilogravura passa a ser considerada uma técnica antiquada. Atualmente ela é mais utilizada nas artes plásticas e no artesanato.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura

http://www.cordelon.hpg.ig.com.br/xilo.htm

Carolina , nº8 , 7ºC

Definição e histórico: Literatura de Cordel, Chiara numero 9

história da literatura de cordel começa com o romanceiro na idade contemporania e do renacimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos portugal , onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro. Foram os portugueses que introduziram o cordel no desde o início da colonização. Na segunda metade do 19 começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos,lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas que não tem limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
Aqui no brasil o cordel é produção típica do nordeste, podemos dizer que o Cordel é também o jornal nordestino. Os desastres, as inundações, as secas, os cangaceiros, as reviravoltas políticas, alimentam o caráter jornalístico dessa produção, que chega a centenas de títulos por ano.
Todavia, este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque:
As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular;
-Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais, a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do flouclore brasileiro;
-Pelo fato de poderem ser lidas em sessões públicas e de atingirem um número elevado de exemplares distribuídos, ajudam na disseminação de hábitos de leitura e lutam contra o analfabetismo;
-A tipologia de assuntos que cobrem, crítica social e política e textos de opinião, elevam a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor e educativo.
Origens da literatura de cordel
As primeiras manifestações da literatura popular no ocidente ocorreram por volta do século XII. Peregrinos encontravam-se no sul da França, em direção à Palestina; no norte da Itália, para chegar à Roma; e ainda na Galícia, no santuário de Santiago.
Nesses encontros eram transmitidas as histórias e compostos os primeiros versos, de forma muito primitiva.

Grandes autores
Leandro Gomes de Barros
Foi o mais importante e mais famoso autor da literatura de cordel brasileira. Seu livreto “O Cachorro dos mortos” vendeu mais de um milhão de exemplares.
João Martins de Athayde
Autor popular que mais produziu. Comprou os direitos autorais de Leandro Gomes de Barros quando da sua morte, passando a editar também seus poemas.
Cuíca de Santo Amaro
O mais terrível poeta popular. Fazia denúncias contra corruptos e poderosos de sua época. Era amigo íntimo de Jorge Amado, que o incluiu como personagem em seus Tereza Batista, Cansada de Guerra e no conto A morte de Quincas Berro D’água.